A paz que excede todo o entendimento
Estou lendo um livro chamado “O impostor que vive em mim”, de Brennan Manning. O livro nos impulsiona a aceitarmos a realidade daquilo que somos. Uma parte dessa leitura falou bastante comigo, e respondeu questionamentos que eu sempre tive. Sempre me perguntei o que era, e como era, essa paz que excede todo o entendimento. Queria, de uma forma ou outra, senti-la. Se eu não a sentisse no meu ser, não poderia recebê-la e aceitá-la.
Estou vivendo um tempo de questionar o porque temos, quase sempre, a mania de querer sentir as coisas. Seria falta de fé? Falta de discernimento? Não sei. Enfim, nós e o nosso costume de precisar sentir para crer, para ver… A paz está comigo, está em mim, me envolve. Quer eu sinta ou não.
Quando aceitamos a verdade do que realmente somos e a submetemos a Cristo, somos envolvidos pela paz, quer nos sintamos em paz ou não. Com isso quero dizer que a paz que excede todo o entendimento não é uma sensação subjetiva – se estamos em Cristo, estamos em paz, mesmo quando não sentimos nenhuma paz. [trecho do livro "O impostor que vive em mim", de Brennan Manning.]
Receba, aceite e viva com a paz.
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